Os 10 livros que estragaram o mundo

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Sobre o livro: 10 livros que estragaram o mundo e outros 5 que não ajudaram em nada.

Autor do livro: Benjamin Wiker, Ph.D em Ética Teológica pela Universidade de Vanderbilt, Tennessee, membro da Discovery institute Center of Science and Culture, foi professor de diversas universidades americanas,, como a Thomas Aquinas College, na California, e a Franciscan University, em Ohio. É autor Darwinismo moral: como nos tornamos hedonistas (2002), Architects of the Culture of Death (2004), Ten Books Every Conservative Must Read (2010), entre outros títulos. Seu bestseller 10 livros que estragaram o mundo – e outros cinco que não ajudaram em nada,ganha agora uma tradução brasileira pela Vide Editorial. Atualmente Benjamin Wiker é escritor e palestrante e vive em Ohio com a mulher e sete filhos.


O Bestseller de Benjamin Wiker,  10 Livros que estragaram o mundo e outros 15 que não ajudaram em nada, é extremamente enriquecedor e foi uma grata surpresa para mim. Ele não só enriquece seu conhecimento sobre 15 obras famosas que mais influenciaram negativamente o mundo atual, como também possibilita que você veja suas ideias e pensamentos de forma mais crítica e aproximada da realidade.

Por exemplo, ao refutar a obra de René Descartes, mostra como o erro lógico e filosófico da famosa frase “penso, logo existo” prejudica a visão de mundo de Descartes e de muitos de nós. Esse erro, traz como consequência ao pensamento de Descartes, um erro ainda pior. Uma visão de Deus completamente falsa e, responsável por criar a crença tipicamente moderna de que “Deus é qualquer coisa ‘clara e distinta’ que imaginamos que Ele seja”. Curioso é o fato de que Descartes estava com isso, tentando provar a existência de Deus. Porém, fez tão mal, que levou (e ainda leva), muitas pessoas a ter pouca fé, uma fé frágil. Essa abordagem faz com que possamos cair no erro de fabricarmos Deus “a partir das nossas vontades, ao invés de conformarmos nossas vontades e nossa religião a Deus”. O livro mostra-nos ainda, na sua análise bastante completa de Descartes, como ele nos levou ao subjetivismo.

Ao analisar a obra de Thomas Hobbes, o Leviatã, o livro nos mostra como a frase “Todo homem tem direito a tudo” tornou-se o perverso pensamento atual, que se baseia na perversa ideia de que não há certo e errado quando se trata de satisfazer os desejos e vontades individuais. Segundo Hobbes, “os desejos e as outras paixões dos homens não são, em si mesmos, pecado algum. Nem o são as ações que precedem dessas paixões”. Hobbes chega à essa ideia estapafúrdia com base em uma série de premissas, de que a vida é meramente a busca sem fim pelo prazer e fuga da dor, custe o que custar. Assim, é “direito” de cada um buscar seu prazer, mesmo que em detrimento de direitos de outros, onde introduz o conceito de “estado de guerra”. Merecendo Hobbes, o título de pai do relativismo moral e patrono das atitudes egoístas dos últimos séculos. Eu adicionaria, o padrinho dos corruptos e depravados.

O livro analisa ainda diversas outras obras, tais como:

  • O Príncipe, de Nicolau Maquiavel
  • Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, de Jean-Jacques Rousseau,
  • Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels
  • Utilitarismo, de John Stuart Mill,
  • A descendência do homem, de Charles Darwin
  • Além do bem e do mal, de Fidrich Nietzsche
  • O Estado e a Revoluçção, de Vladimir Lênin
  • O eixo da civilização, de Margaret Sanger
  • Minha luta, de Adolf Hitler
  • O futuro de uma ilusão, de Sigmund Freud
  • Adolescência, sexo e cultura em Samoa, de Margaret Mead
  • O relatório Kinsey, de Alfred Kinsey
  • A mística feminina, de Betty Friedan

Veja mais sobre o livro  10 livros que estragaram o mundo e outros 5 que não ajudaram em nada.

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