O Inferno – se existe / o que é / como evitá-lo – Monsenhor de Ségur

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Na belíssima obra, Monsenhor de Ségur nos fornece o entendimento básico que todos deveriam ter sobre o inferno. Sendo extremamente didático, o livro é dividido em 4 capítulos, totalmente conceituais e cheios de exemplificações.

O capítulo I (O Inferno Existe) começa com uma abordagem prática e auto-evidente, iniciando já com a frase: “É a crença de todos os povos; de todos os tempos”. Assim, ele demonstra que a crença sobre o inferno está presente não apenas na cultura cristã ou judaica, mas em todas as culturas pagãs, até mais antigas, como a grega, a qual acreditava no Tártaro.

Já no capítulo II (O que é o Inferno), o autor toca nas ideias falsas e supersticiosas acerca do inferno, explicando como ele o é realmente através de revelações de santos, inclusive. Ele diz que o fogo da danação, apesar de corpóreo, queima até a alma, representando uma separação total de Deus.

Passando para o capítulo III (Sobre a Eternidade das Penas do Inferno), Monsenhor de Ségur utiliza não apenas a doutrina católica, mas as próprias escrituras para deixar da forma mais clara o possível que a eternidade das penas do inferno é uma verdade de Fé revelada, não apenas uma crença qualquer, dando, também, diversas razões para justificarem isto, como a total falta de graça de uma alma que está em danação, por exemplo.

Por fim, o último capítulo – capítulo IV (Conclusões Práticas) – é um resumo do tema tratado e uma profunda meditação para que os leitores reflitam sobre suas prioridades no momento presente.

Sobre o autor

Louis Gaston de Ségur (1820-1881) nasceu em Paris, no dia 15 de abril. Zeloso nos estudos, formou-se em Direito e logo foi enviado como adido à embaixada Francesa em Roma, junto à Santa Sé (1842-1843). Muito devoto dos apóstolos Pedro e Paulo, sentiu-se chamado ao sacerdócio e, ao retornar a Paris, ingressou no Seminário de Santo Sulpício, sendo ordenado sacerdote em dezembro de 1847. Dedicou-se à evangelização de crianças, pobres e soldados prisioneiros de guerra. Mas devido a um problema na visão, que o levou à cegueira, passou a ditar livros explicando – e defendendo com fervor- a doutrina católica.

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