Trechos e comentários do livro ‘Como vencer a guerra cultural’, de Peter Kreeft

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O presente texto traz comentários e trechos do livro, com pequenas adaptações, em especial capítulos I a IV.

Quem é Peter Kreeft ?

O Dr. Peter J. Kreeft é professor de filosofia no Boston College e no King’s College (Empire State Building), na cidade de Nova Iorque. Contribui regularmente com diversas publicações Cristãs, profere palestras em conferências e é autor de 64 livros. Algumas de suas influências são Santo Tomás de Aquino, Sócrates, G.K. Chesterton e C.S. Lewis.


Logo no início do livro, Peter Kreeft nos apresenta uma verdade triste e inegável: “A maioria das pessoas são “mornas” guiada por outros “mornos”.

Para Kreeft, saber que estamos em guerra” (…) é o primeiro pré-requisito para vencê-la. Se um lado sabe que está em guerra e o outro não sabe, que lado você acha que vencerá?
O perigo que corremos nesta guerra é infinitamente mais grave do que numa guerra normal, cujos perigos afetam apenas nossa integridade física. Mais do que riscos físicos,  a Guerra Cultural atenta contra os aspectos morais  e espirituais onde decidimos se nossas almas irão viver ou morrer.

Conhecendo o inimigo

Peterb Kreeft assevera que existem dois grandes males aos quais se caracterizam nosso inimigo:  o primeiro é o mal, os demônios. Os anjos caídos. Todo os grupos como esquerdistas, abortistas, terroristas, são pacientes aos quais devemos buscar dar-lhes auxílio, como enfermeiros de Cristo. Infelizmente os pacientes pensam que somos inimigos deles mas não somos. O inimigo é um só,  os Espíritos do mal.
Nossa cultura secular nos ensina que qualquer um que acredite nisso é um fanático inculto ou bitolado. De acordo com este critério Jesus Cristo seria o maior fanático de todos os tempos. “Não tenhais medo dos que matam o corpo e depois não podem fazer mais nada. Vou mostrar-vos a quem deveis temer: temei aquele que, depois de fazer morrer,  tem o poder de lançar-vos no inferno” (Lucas 12:4-5)
Se os Espíritos do mal são temíveis o segundo inimigo é ainda pior. Tornar-se um demônio.  O horror dentro de nossas almas, certamente, é o pecado. Todo pecado é obra do demônio, embora ele normalmente use a carne e o mundo como seus instrumentos. Pecar é fazer a obra do demônio,  dilacerar e danificar a obra de Deus. Deus não permite que o demônio faça o mal sem nosso consentimento.
Contudo,  temos a resposta para lutar contra este mal. A resposta é Cristo, o Salvador. Ele é infinitamente mais poderoso que o Seu inimigo.  Ele é a arma que vencerá a guerra.

Capítulo III

A verdadeira e a falsa guerra espiritual. A religião mais popular hoje não é o cristianismo, nem o ateísmo , cientificismo, secularismo ou naturalismo. É a “espiritualismo”.
A “Espiritualidade” no sentido popular da palavra vem como nova abordagem para o que foram o Gnosticismo e Maniqueísmo.  Atraentes abordagens que negam  a existência do demônio e do pecado.

 

Se gostou leia o livro na íntegra. Já leu o livro? deixe sua visão, trecho ou comentário sobre o livro.

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